quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Filme Area Q

O Misterioso Caso Barroso ocorrido em Quixadá - CE, ano de 1976

Quixadá em destaque no mapa do Ceará
Alguns minutos depois das 05:00 horas da manhã do dia 03 de abril de 1976, na cidade de Quixadá, o fazendeiro e comerciante Luiz Barroso Fernandes estava se deslocando de sua residência para a fazenda usando sua charrete. Subitamente, ele ouviu um ruído que lembrava zumbido de abelhas. Barroso olhou para os lados, mas nada viu. Despreocupadamente continuou sua trajetória. No entanto, o ruído aumentava cada vez mais de intensidade, parecendo vir do alto. E foi nesse exato momento que observou uma bola de luz passando sobre sua cabeça. Intrigado, mas sem medo, puxou as rédeas do animal e ficou observando o UFO que, diminuindo de velocidade, desceu na estrada a poucos metros à sua frente.          
A bola de luz apagou-se e Barroso viu que se tratava de um objeto parecido com um carro Fusca, porém muito "mal acabado e que rodopiava". O objeto parou de girar e uma pequena porta abriu. Por ela saíram dois seres baixos de aspecto humano. Uma das criaturas tinha em suas mãos um equipamento que parecia uma lanterna quadrada e escura. O ser direcionou esse aparelho para Barroso e dele foi emitido um feixe de luz que atingiu o rosto do fazendeiro. Imediatamente Barroso sentiu um forte calor e não conseguia se mover. Logo em seguida, os seres se aproximaram mais dele e novamente atingiram-no com aquele raio de luz. Barroso perdeu os sentidos e veio a acordar algumas horas depois, num local que não era o mesmo quando aconteceu o incidente. O fazendeiro estava meio dormente, com sensação de febre, tinha dificuldades respiratórias, intensa dor de cabeça e o lado esquerdo do corpo queimado, como se tivesse sido exposto ao Sol por um tempo prolongado.           
Barroso não conseguia locomover-se e pensou que fosse morrer, mas para sua sorte um vaqueiro conhecido seu que passava pelo lugar prestou-lhe auxílio, levando-o até sua fazenda. Barroso relatou o incidente insólito que tinha vivenciado e, em pouco tempo, a história se espalhou tornando-o atração da cidade. A imprensa, na época, fez uma ampla cobertura do seu caso. E foi assim que o CPU (Centro de Pesquisas Ufológicas) tomou conhecimento do incidente e passou a investigá-lo.          
O caso foi pesquisado durante 17 anos. No transcorrer deste período, Barroso entrou numa regressão mental inexplicável até parecer, segundo o doutor Antônio Moreira Magalhães e mais 15 médicos que o acompanharam durante esses anos, uma criança de não mais que 9 meses de idade. Nesse estágio, ele apenas pronunciava as três palavras "Mamãe, dá medo" quando flashes de câmeras fotográficas ou luzes de filmadoras eram acionados. Por mais inacreditável que possa parecer, Barroso também começou a rejuvenescer fisicamente, desaparecendo as rugas do rosto e os músculos se enrijeceram. Infelizmente, em abril de 1993, Barroso acabou falecendo. Sem dúvida, a provável abdução que Barroso sofreu no dia 03 de abril de 1976 afetou toda a sua vida, comprometendo drasticamente a sua saúde, e terminou 17 anos depois, de forma extremamente trágica.



domingo, 29 de outubro de 2017

Terecô é Terecô .. Candomblé é Candomblé.. Umbanda é Umbanda..


O Tambor da mata ou terecô é uma religião afro-brasileira costumeiramente associada à região de Codó, cidade na região do cerrado maranhense, localizada a 300 km da capital São Luís. Não se restringindo apenas a esse primeiro estado, o terecô também se mostra integrado à prática de outras religiões como o Tambor de Mina e a Umbanda. Além disso, sua prática também originou o babassuê (ou Barba Soeira), religião descrita por Mario de Andrade, no ano de 1937.
As primeiras manifestações do terecô teriam sido realizadas antes da abolição, quando os escravos das fazendas de algodão de Codó o praticavam secretamente, no interior das matas. Com o fim da escravidão, os rituais teriam se deslocado para alguns povoados negros e, na cidade de Codó, às margens da Lagoa do Pajeleiro. Logo depois, foram construídos os primeiros salões onde os descendentes de escravo e outros trabalhadores deram continuidade à religião.
Muito ainda se discute sobre a origem etimológica da palavra terecô, que determina o nome desta religião. A imprecisão do significado foi, durante muito tempo, a justificativa para que se acreditasse que o termo tivesse origem onomatopaica. Ou seja, “terecô” seria um termo que faz referência ao barulho dos tambores utilizados no culto. Contudo, hoje também se trabalha que sua origem esteja ligada ao termo “teeleko”, que significa “celebrar ou louvar pelos tambores”.
Uma das mais reconhecidas práticas do terecô está relacionada aos poderes de cura e doença que os pais e mães de santo possuem no interior de seus terreiros. Na cidade de Codó, assim como em outras regiões do Maranhão, espalhou-se a fama de terecozeiros que poderiam lançar ou curar determinados feitiços. Segundo a crença, esses poderes estariam associados aos conhecimentos ocultos de indígenas, velhos africanos e outras religiões praticantes de feitiçaria.
No terecô observamos o culto de determinados voduns africanos e a existência de transes que são exclusivamente provocados pelos “voduns da mata”. No panteão de suas divindades, os praticantes do terecô organizam os seus deuses por uma hierarquia de famílias. A mais importante família de deuses está ligada à polêmica entidade Légua Boji Boá da Trindade, conhecida como “príncipe guerreiro”, “preto velho angolano” ou filho de Dom Pedro Angassu e Rainha Rosa.
Em sua vertente mais tradicional, o terecô inicia seu ritual com uma “louvaria”, na qual se canta em língua africana, dizendo o nome das entidades mais importantes e repetindo o termo “novariê”. Em geral, o acompanhamento musical do terecô é realizado com um grande tambor de membrana única chamado de “tambor da mata”. Em algumas situações, maracás, abata (outra espécie de tambor) e atabaque também compõem o universo sonoro do evento religioso.
A presença masculina em um terreiro de terecô é bem mais expressiva se comparada a outras manifestações religiosas afro-brasileiras. Os homens utilizam uma indumentária bastante elaborada, que faz lembrar a alva dos sacerdotes católicos. Além disso, os terecozeiros vestem boinas, quepes, chapéus de feltro e de vaqueiro durante as reuniões. Além dos voduns, o terecô também se dedica à adoração de algumas figuras da antiga nobreza europeia.
Por Rainer Sousa
Graduado em História

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Ensaio da Unidos de Padre Miguel



OS TAMBORES NA FLORESTA
SÃO CLAMORES PELA CURA
A RAIZ SE MANIFESTA
ONDE A SEIVA SE MISTURA
CAI A TARDE VAI CRUZANDO O CÉU, EYÉ
O OLHAR SAGRADO VAI RESPLANDECER
A QUEM FOI UM DIA ESCRAVO, SENHOR DO AXÉ
OSSAIN MACERA NAS FOLHAS A FÉ
OSSAIN PREPARE O PILÃO
A SUA MISSÃO É O LEGADO DE OLODUMARÉ
ÊH KATENDÊ, LÁ NA MATA DA JUREMA
KOSI EWE KOSI ORIXÁ
ABÔ, ABÔ
PRETO VÉIO ENSINOU, HOJE EU QUERO ME BANHAR

A LUA DE PRATA CLAREIA
BABALOSSAIN NA ALDEIA
XANGÔ TENTOU SE APODERAR
CLAMOU AOS VENTOS DE YANSÃ
MAS O MISTÉRIO SEMPRE ESTARÁ
NAS MÃOS DO FILHO DE NANÃ
OXALÁ AO SEU HERDEIRO, MINHA DEVOÇÃO
ORUNMILÁ, TRAGA EM EM SEUS OLHOS NOSSA PROTEÇÃO
O SAMBA É O REMEDIO DA ALMA
O SASSAIN QUE VAI ALÉM
CHEGOU O DIA, NA TRIBO DA VILA VINTÉM
VAI TER XIRÊ, OGANS E ALABÊ
OSSAIN MOTUMBÁ
HOJE A UNIDOS DE PADRE MIGUEL
TEM O PODER DE CURAR



A escola esse Ano vai homenageiar nossa querida umbanda .

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Muito lindo



Documentario sobre o culto da jurema com um ponto de vista do Juremeiro Neto de Goias , explicando os principios basicos da jurema na rama de caboclo .

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Corisco & Dadá Filme

“Corisco chegou, vem de Aruanda, é na cara-bina que ele resolve toda demanda” O Filme conta  a bibiografia das entidades corisco e dada Linha dos Baianos, os Cangaceiros utilizam suas peixeiras para cortar as
amarras do egoísmo e da vaidade que
sufocam aqueles que não entenderam a
humildade de Cristo .Salve a força do Cangaço! Salve, o Capitão Corisco e seu bando!

Cordão de Ouro Filme

Um escravo do reino de Eldorado foge do cativeiro e é perseguido por divindades afrobrasileiras em sua caminhada, de quem recebe a missão de libertar o povo do regime escravocrata usando suas habilidades de exímio capoeirista.

BARRAVENTO FILME COMPLETO

Depois de muitos anos fora, Firmino volta a comunidade em que fora criado: uma aldeia de pescadores de xaréu formada de descendentes de antigos escravos negros que chegaram ao Brasil vindos da África. Eles habitam uma praia do litoral baiano. Firmino tenta  novas ideias sobre liberdade nos nativos mas a comunidade não lhe dá ouvidos pois continua fatalista, religiosa, analfabeta e explorada pelos comerciantes da cidade. Apenas a viúva Cota se aproxima dele e se torna sua amante. Os pescadores seguem as orientações das mães de santo e de Mestre, um antigo protegido de Iemanjá, a deusa do mar no Candomblé que é a religião de todos. Segundo a crença, como protegido ele garante tempo bom e pesca farta para todos que o acompanharem. Com a idade avançada de Mestre, Iemanjá escolhe o jovem Aruã como um novo protegido e, por ser ciumenta, para não perder o "encanto" o rapaz não poderá dormir com mulher nenhuma. Isso lhe causa sofrimento devido a sua atração por Naína, uma moça branca que vive na aldeia com seu pai Vicente, devoto da deusa. Firmino acha que os nativos só mudarão de atitude se ele provar que Aruã não é "santo" e pede à Cota que assedie o rapaz. Na parte final há uma luta de capoeira entre Firmino e Aruã.